domingo, 18 de setembro de 2011

Divas

Criar uma lista de gostosas do metal, rock, etc. é um pouco clichê demais, acho que divas cai bem melhor, mesmo porque as mulheres que eu vou apresentar são muito além que simples gostosas, elas são divas!

1 -  Joan Jett



2 - Janes Joopling



3 - Kathleen Hanna


4 - Doro Pesch


5 - Angela Gossow



6 - Emilie Autumn


7 - Nana Oosaki


8 - Cherie Currie



9 - Courtney Love



10 - Simone Simons



11 - Brody Dalle


12 - Taylor Momsen

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

40 coisas que elas não pedem, mas querem na transa:


  1. Diga que eu sou gostosa;
  2. Finja que eu sou a única que passou pela sua cama;
  3. Finja que é muito importante fazer sexo comigo;
  4. Alisa meu corpo,
  5. Minha bunda,
  6. Minha cintura,
  7. Meus seios;
  8. Finja que eu tenho um corpo perfeito;
  9. Aperta-me,
  10. Beija-me;
  11. Seja romântico,
  12. Seja selvagem;
  13. Trata-me como uma vadia;
  14. Trata-me como uma rainha;
  15. Aperta a minha bunda;
  16. Arranha as minhas coxas;
  17. Agarra meus cabelos por traz,
  18. Puxa-os
  19. e beija-me;
  20. Morda meu lábio;
  21. Morda minha orelha;
  22. Sussurra no meu ouvido;
  23. Repita que eu sou gostosa;
  24. Elogia minha lingerie;
  25. Brinca com meus seios,
  26. acaricia-os,
  27. lamba-os,
  28. Morda meus mamilos;
  29. Arranha-me;
  30. Acaricia-me;
  31. Diga que eu não presto;
  32. Diga que me ama;
  33. Já disse que eu sou gostosa? Então repita;
  34. Diz que eu sou muito gostosa;
  35. Fica comigo quando acabar;
  36. Conversa comigo;
  37. Dá-me atenção;
  38. Deita-me no seu peito;
  39. Acaricia meus cabelos e
  40. durma comigo.

domingo, 4 de setembro de 2011

Pilares do amor





Recentemente eu sofri uma desilusão amorosa, o que é meio raro porque eu sou difícil de se apaixonar, mas em fim, eu levei um pé na bunda e fiquei muito triste, mas como uma boa nerd eu não comi sorvete de flocos o dia inteira assistindo lua nova e gastando milhares de lenços de papel, eu fiz o mais improvável: eu estudei! Eu estudei o amor e como ele surge então, hoje eu apresento os três pilares do amor;

Antes de tudo, vamos dividir o amor da maneira de Platão: em O Banquete, uma obra literária riquíssima que eu recomendo a qualquer um, ele dizia que o amor não é só um, na realidade, o amor tem duas faces, como a filosofia da época pouco se desvincilhava da religião, Platão dizia que o amor era duplo assim como Afrodite que era, na verdade, duas deusas, a velha Urânia, a celestial, filha de Urano sem mãe e a jovem Pandêmia, a vulgar, filha de Zeus e Dione. Como o amor Urânio é bem mais complicado e definitivamente não era o meu caso, vou desvendar o amor Pandêmio;

Pan” (παν) quer dizer tudo ou todos e “demos” (δήμος) quer dizer povo, assim, o amor Pandêmio é aquele que diz respeito ao popular, sendo assim, pouquíssimas são as pessoas que atingem o amor Urânio. Podemos interpretar Pandêmio como paixão, passageiro assim como nossa vida terrena e nosso corpo, Urânio perdura por ser o amor entre almas.

Além de Platão, eu estudei bastante Jung que tinha uma opinião bem interessante sobre o amor também, para ele, não se desvincilha amor e sexo, ele era um bom seguidor de Freud já que o mesmo sabia resumir tudo a questões sexuais, para Jung, os tabus da sociedade a respeito do sexo reprimiam no homem uma necessidade tão forte quanto a nutrição, o homem pode se alimentar em público, mas só o ato de falar sobre sexo sofre muitas restrições, assim, como Freud trabalhou muito bem nessa questão, as neuroses, os complexos e os problemas psicológicos podem muitas vezes ser resumidos a questão de sexualidade reprimida. Para Jung o termo “sexualidade” é um termo infeliz, ele usa muitas vezes Eros, que remete tando ao amor quanto ao sexo, sendo os dois o mesmo.

Assim, dou a Eros, Pandêmio ou paixão, o primeiro pilar: o sexo, ou a atração sexual, não podendo existir, como já explicado, amor pandêmico sem sexo ou atração. Isso não quer dizer também que só se ama moças ou rapazes belos, na verdade, a atração sexual acontece também na identificação do pai no amado, para o caso da menina, e da mãe na amada, para o caso do menino. Podem até duvidar bastante disso, mas ainda acredito que a única pessoa que me trouxe a mesma sensação de estar com a pessoa que amei, se não outra pessoa para amar, foi meu pai. Às vezes se nota isso.

O segundo pilar é complicado de explicar, mas facílimo de entender, não há amor sem dificuldade, por que o ser humano tem amor aquele que ele não possui, não me recordo do filoso que trabalhou isso, mas acho que foi Schopenhauer, talvez porque não tem nenhuma graça aquilo que ele já conquistou, sempre há algo mais a ser conquistado. Começa comprando um computador normal, daí um notebook, um netbook, um tablet, sempre ralando para conseguir mais, ignorando totalmente o que ele ralou para conseguir o computador logo no início, assim ele não valoriza o que tem.

Na idade média não se trabalhava bem o amor carnal, porque ele sempre remetia ao pecado, daí o casamento era a constituição de uma família, a união de duas famílias, muitas vezes dois reinos e já entenderam, né? Não se pensava amor, foram os renascentistas que “inventaram” o amor de hoje, como muitos os nossos princípios vieram dessa época, apesar de eles terem realmente redescoberto o amor clássico, mas, em fim, tomemos as histórias Shakespearianas, o amor existente é difícil! E até hoje se trabalha a problemática “amor impossível” pois se o amor é fácil não há graça alguma.

Com esses dois pilares pode existir amor, mas ele perdura por outro motivo: o interesse. Não, não tem nada a ver com dinheiro, embora também poça ser, muitas vezes é status, mas o que acontece psicologicamente é o narcisismo. É triste amar sem ser amado e o que o amante quer no final das contas é ser amado. Há uma fábula de La Fontaine onde o galo elogiava repetidas vezes um corvo a fim de ouvir elogios e o corvo os fazia na mesma intenção, assim o homem ama. Mas diz-se narcisismo quando o amante encontra no amado aquele que lhe completa, aquele no qual se identifica e mesmo aquele que vai livrá-lo de algum mal sendo mais aprofundada ao complexo de Cinderela que é sobre aquele que espera que forças externas o socorram, todos nós somos, um pouco, cinderelas.